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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Looks Vintage do Golden Globe 2017


O ano já começou com um belíssimo Golden Globe e não poderia deixar de comentar os looks mais lindos e inspirados no vintage pra vocês!

No geral teve muito bordado, metalizados, ombros a ombro e rosa! Vem ver que tem muita coisa linda! Os vestidos realmente me surpreenderam esse ano. 

Agora vamos aos looks!



Durante a exibição do red carpet eu tava pirando e comentando no twitter (@Barbara_Graves) os vestidos que mais gostei. Meu coração foi completamente tomado pelo Zuhair Murad que Lily Collins estava vestindo. Toda princesa num tom de rosa que eu amo e cheia dos bordados maravilhosos. Os bordados tinham um efeito quase tridimensional e a transparência deixa o look mais leve e moderno, mas ainda assim muito princesa.




Não poderia deixar de falar do vestido florido de Giuliana Rancic por Rani Zakhem. Não é tão comum ver estampas no tapete vermelho e essa me encantou! Além disso ele tem uma gola alta que deixa o look  super elegante e moderno ao mesmo tempo. Com a saia bastante armada também estilo princesa e algumas pedrarias bordadas que dão um brilho especial para a estampa.




Emma Stone estava no melhor estilo vintage com um toque moderno. O vestido Valentino super glamuroso com estrelas! Tem como não amar? As estrelas dão o estilo divertido para o vestido, o que eu acho a cara da Emma e também do filme pelo qual foi indicada, LaLaLand.




Evan Rachel Wood veio pra provar que não precisa estar de vestido para estar maravilhosa!! Ela estava de terninho Altuzarra e uma camisa com um laço maravilhoso, total vintage! Além do cabelo e a make que estava a coisa mais poderosa!




Winona Rider estava toda princesinha gótica em seu Viktor & Rolf. Achei o vestido lindo, só não sei muito bem se combinou com o estilo dela. Mas uma coisa não podemos negar, ela não envelhece! Mulher maravilhosa! 




Blake Lively como sempre toda deusa diva suprema. O vestido escolhido foi um Versace num corte todo diva hollywoodiana dos anos 50 em preto com um caimento incrível e os detalhes em dourado dos bolsos e da gola dão o toque moderninho que a gente ama.



O look da Kerry Washington estava divino. Ouso dizer que lembra alguns estilistas de Minas Gerais com essas rendas e bordados. Adorei o corte mais reto e sério com essas mangas super detalhadas e a sandália de tiras pretas que tá super em alta.



Achei o look da Janelle Monáe (Armani Privé) muito lúdico e quase fantasioso. Não podemos negar que a saia armada, as bolinhas e a cintura marcada remetem aos anos 50. O look é a cara da cantora, mas achei um pouco exagerado.



A rainha da noite, Claire Foy, estava de Erdem com um vestido todo metalizado rosa, mangas bufantes e uma faixa azul na cintura que deu um charme nada óbvio para o look. O cabelo muito bagunçado me incomoda um pouco e a falta de colar também, mas entendo que a intenção era deixar o look mais leve já que tem muito brilho e volume nas mangas.




Para finalizar, temos a lindíssima homenagem de Sarah Jessica Parker à Carrie Fischer, eterna Princesa Leia,  que faleceu recentemente. Achei o cabelo uma inspiração impecável e o corte do vestido (Vera Wang) ficou lindíssimo no corpo dela! O tecido me remete muito ao clima futurista de Star Wars, mas ao mesmo tempo nos lembra dos filmes mais antigos, por isso acaba sendo uma referência vintage.


Esses foram os vestidos que mais me chamaram a atenção e achei mais interessante comentar. Como eu disse, meu preferido foi o da Lily Collins que eu queria ter no meu armário só pra ficar admirando! haha
Me contem qual vocês mais gostaram e não gostaram! 

Bye, oldies

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

O Jogo da Imitação (com um pouco de spoilers)

E os indicados ao Oscar de Melhor Filme estão de parabéns!
Mesmo não gostando tanto assim de alguns filmes, a maioria trata de assuntos super relevantes e importantes a serem discutidos. Vários filmes tratam sobre diversos tipos de preconceito, o que eu acho sensacional, já que a Academia costumava ter uma postura preconceituosa em relação aos negros, homossexuais e mulheres.




O último que assisti foi "O Jogo da Imitação". Gente, o cara praticamente inventou o computador. Não tem como dizer que isso não é importante. Além disso acho super válido discutir a responsabilidade de Turing e seus parceiros durante a guerra. Nesse filme aparece o preconceito com Alan, que é homossexual, e Joan, a única mulher do grupo (que nem pode ser oficialmente do grupo por ser mulher).

Eles são contratados para decifrar o código que os nazistas usavam para se comunicar, e conseguiram.
Confesso que fiquei bem impressionada com a história que eu não conhecia muito bem.
Claro que nos filmes tudo fica mais emocionante e romantizado, mas o que mais me impressionou foi a responsabilidade e o poder que aquele grupo tinha e como conseguiram aquilo sem encostar um dedo em alguém (diretamente).
Já imaginou se você tivesse o poder de acabar com a guerra mas não poder fazer nada porque isso poderia piorar tudo?
Admiro muito o trabalho desses matemáticos e acredito que fizeram a coisa certa.

E não poderia deixar de falar do comportamento de Turing e como isso influenciou a história toda. Se ele não tivesse seguido o conselho de Joan, as coisas poderiam ter seguido outro caminho. Ela o ensina a fazer as pessoas gostarem dele, senão nunca acreditariam nele e talvez a máquina não tivesse sido inventada naquele momento. Mostrando aí que inteligência não é tudo. Viajando um pouco, fico imaginando quantas coisas não deixaram de ser inventadas por seus criadores terem esse comportamento. Aliás, muitas pessoas geniais tendem a ser reservadas e anti sociais (mas talvez isso seja muita viagem).



E pra finalizar, o que há de vintage?
É época da Segunda Guerra, portanto anos 40, mas em uma área não muito afetada.
Alguns cenários são exatamente os lugares em que tudo aconteceu. Acho isso muito mágico e podemos ver que está tudo muito bem preservado (parabéns, ingleses!).
O cenário que mais gostei foi o do "bar" onde eles vão para tomar uma cerveja e dançar um bom lindy hop ou algo parecido (ainda vou falar muito disso por aqui). É um lugar que tem um clima perfeito de anos 40.




As roupas também são bem legais, principalmente dos homens, mas o que mais gostei mesmo foram os cabelos. Alan usa o cabelo de lado como o verdadeiro usava, mas às vezes um pouco bagunçado. Joan também usa o cabelo um pouco desarrumado mas com aquelas ondas super marcadas da época. Lindos demais!



Poderia escrever mais milhares de caracteres aqui porque realmente gostei do filme e me emocionei com a história. Uma época muito decisiva e importante para a história mundial. Espero que ganhem alguns prêmios porque merecem muito.

Bye, oldies!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O Grande Hotel Budapeste e o tanto que gosto de Wes Anderson

O filme conta as aventuras de Gustave H, um lendário concierge do famoso hotel Budapeste, no período entre as duas guerras mundiais. 
Gustave herda um valioso quadro da Madame D., antiga hóspede do hotel, o que desagrada os filhos da Madame.
A trama mostra as confusões causadas por Gustave e Zero Moustafa, o Lobby Boy, por esconderem o quadro.
O que mais me surpreendeu nesse filme foi a violência satirizada. Coisas absurdas acontecem, como de costume nos filmes do diretor, mas neste há o elemento violência bem mais presente, o que dá um tom bem mais satírico ao filme. Confesso que no começo do filme fiquei um pouco horrorizada, mas logo comecei a rir.



Vamos ao que tem de vintage no filme!
Eu particularmente adoro os filmes do Wes Anderson principalmente pela estética vintage mas muito particular do diretor.
Os cenários e figurinos são muito bem elaborados e representam bem a estética da época com o a identidade visual inconfundível de Wes Anderson. 
É um diretor que eu admiro muito por fazer a relação perfeita entre a história, estética e interpretação dos atores.
Mesmo em um filme super marcado pela década de 30, o filme possui um estética única.
Eu estudei cinema e a estética é algo que eu valorizo demais em um filme. Para mim, você tem que olhar um frame e poder identificar a qual filme ele pertence. E na minha opinião, Anderson é o diretor da atualidade que tem a identidade visual mais forte e bem desenvolvida.
Sua identidade se dá pelas presença de muitas cores, variando entre tons mais saturados e tons pastéis; seus famosos quadros simétricos; e claro, os maravilhosos figurinos de época.



O que mais gosto de O Grande Hotel Budapeste é definitivamente a estética do universo de Agatha, a menina dos doces da Mendl's. Os tons pastéis de rosa e azul são lindos e suas roupas e cabelo perfeitos para a personagem. A parte externa do hotel também tem os mesmos tons de azul e rosa, dando uma aparência delicada à fachada, muito diferente do interior que carrega tons de vermelho (o que claramente tem a ver com o tanto de sangue que rola no filme).




Enfim, recomendo a todos assistir toda a filmografia de Wes Anderson porque as histórias são divertidíssimas e sempre com essa estética maravilhosa e impecável.
Quando o descobri, cheguei a assistir todos os filmes dele em duas semanas de tão maravilhada que fiquei. 



quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

A Turma do Vintage dos Golden Globes

Sei que já faz um tempinho que passou, mas não pude deixar de notar os looks inspirados no vintage do tapete vermelho dos Golden Globes.


Amal Alamuddin: Toda clássica nas luvas brancas, mas acho que poderiam estar mais ajustadas. As luvas largas deixaram Amal parecendo mais magra ainda.



Reese Witherspoon: Adorei a cor do vestido e o cabelo ondulado de lado. Dica: esse modelo é ótimo para quem tem seios pequenos.


Keira Knightley: Os babados deixa óbvia a referência aos anos 30/40 mas acho que a escolha foi completamente infeliz. Desculpa Chanel, não foi dessa vez.


Melissa Mccarthy: Achei lindo esse modelo! Principalmente esse laço do pescoço com brilho e a parte inferior preta super disfarçou as gordurinhas. 


Ellie Kemper: A flapper do tapete vermelho! Com certeza tem muito de anos 20 nesse vestido. De longe o meu preferido. Estou aceitando de presente.


Greer Grammer: Vestido lindo e super delicado com essas aplicações que nos levam direto para os anos 30. Uma graça!


Anna Faris: com um modelo mais reto e nude também com aplicações estilo anos 30. Achei a combinação sapato, vestido e cabelo perfeita.


Esses foram os principais looks com referências vintage, claro que vários outros podem ter essa temática também. Lembrando que isso não passa da minha mera interpretação e gosto pessoal.